quarta-feira, 1 de maio de 2019

Coincidência existe? Lições de Chico Xavier


Coincidência existe?  Lições de Chico Xavier
                                                                                                        
                                                                                             Vigiai e orai

Cristina Baracat

Coincidência existe, ou somos influenciados espiritualmente? Alguém já se perguntou, quantas vezes, ao longo da vida, foi levado a situações de conflito como se fosse arrastado?
Você planeja durante um ano aquela viagem dos sonhos e na última hora, com as malas prontas, acontece algo e a viagem escapa pelo ralo! Ai, meu Deus, mudança de  planos!
Tais ocorrências se devem à coincidência, ou, por outro lado, haveria uma força espiritual maior a nos guiar?
Mas... o que seria uma coincidência? Alguns diriam: é quando duas ou mais coisas acontecem com a aparência de algo planejado. Lembrei-me de Cazuza: que coincidência é o amor... Os sabichões recorrem ao sinônimo: coincidência é o acaso!
O livro Nos Domínios da Mediunidade, psicografia de Chico Xavier, tem uma definição interessante: o acaso é o disfarce do menor esforço. Temos aí alguma esperança. Quem sabe, plantando bons frutos, temos a chance de colher dias melhores?
Aqueles que desconfiam da influência espiritual em nossas vidas percebem que as ditas coincidências são bem mais planejadas do que o simples acaso. Existe mesmo uma perfeição neste jogo da espontaneidade.
O capítulo 12 desse livro narra a influência espiritual. Imagens são passadas pelo mentor espiritual da casa a duas médiuns: uma vislumbra um ribeiro cristalino, onde enfermos se banham e a outra vê um prédio repleto de crianças entoando hinos de louvor a Deus.
Hilário, um espírito personagem desse livro, completa a informação: Também recebemos, conforme nossa disposição, imagens voltadas para o mal. Neste caso, explica-nos com a finalidade de estudar os fenômenos mediúnicos: temos aí a técnica dos obsessores quando improvisam para as suas vítimas variadas impressões alucinatórias.
De todo modo, devo acreditar em coincidência simplesmente? ou seria melhor explicá-la como um conjunto de ações, ou, a falta destas a nos levar a um determinado resultado?
Pois é, amigos, se puderem dar uma mãozinha na resposta, sejam bem-vindos!

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